|
|
|
Noticias |
| Data
: 13/11/2008 |
|
|
Instituto Genesis leva ao Fórum do Banco Mundial a sustentabilidade do agronegócio brasileiro |
| A convite do Banco Mundial, o presidente do Instituto, Henrique Victorelli Neto, falará no 12º Fórum Internacional “Business and the Rules of the Game” (Empresas e as regras do jogo), que começa na próxima segunda-feira e vai até o dia 10, no Preston Auditorium, em Washington.
O evento toma como base o tema do G8, "Crescimento e Responsabilidade", que aponta para um maior engajamento do setor privado como parte dos stakeholders, a fim de atingir as metas dos “Objetivos do Milênio, estabelecidos pela ONU. A abertura será feita pelo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, para uma plenária que terá a participação de 150 convidados especiais, de vários países.
O Banco Mundial convidou o Instituto Genesis para participar do Forum por considerar que os conceitos de rastreabilidade e certificação, introduzidos há mais de 10 anos no Brasil pela Certificadora, e adotados posteriormente para a exportação de carne bovina, são um exemplo de cooperação importante entre a iniciativa privada e agências governamentais para a sustentabilidade.
Segundo Thomas Timm, Vice-Presidente Executivo da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, uma das parceiras do Banco Mundial neste Fórum, “até alguns anos atrás o Brasil tinha problemas muito sérios com relação aos seus alimentos, ao controle fitossanitário. Foi preciso a implantação de sistemas de rastreabilidade e certificação, trazidos pelo Instituto Genesis para que o mercado ganhasse qualidade e credibilidade e isso gerasse riquezas para o País”.
No Fórum, Henrique Victorelli Neto apresentará o case “O encontro da essência sócio-ambiental com o capital”, sobre o impacto positivo da certificação na produção bovina no Brasil. Ele vai explicar como a rastreabilidade e a certificação ajudaram a atividade pecuária a reduzir em até 49% a pressão por novas áreas, sobretudo em regiões da floresta amazônica e o Brasil ampliou sua base de exportações, de 40 para 200 países, tornando-se o maior exportador do mundo, dobrando o valor do produto.
Segundo ele, isso fez com que os produtores passassem a ser mais organizados, a ter registro de todas as suas atividades no campo. Para isso, demandaram uma mão-de-obra com qualidade e o conhecimento chegou até ao trabalhador mais simples, agregando qualificação ao agronegócio brasileiro, que gera hoje cerca de 40% de todos os empregos do País.
“A eficiência do produtor aliada às práticas sustentáveis, rastreabiliadade e certificação trouxeram qualidade e credibilidade para os nossos produtos, gerando uma nova cultura no campo e colocando o Brasil na liderança do mercado quantitativo e na vanguarda dos mercados mais exigentes do mundo”, afirma Victorelli Neto.
A apresentação será no dia 10 e fará parte de um Working Group que vai demonstrar iniciativas de sucesso para outros países sob o tema “A Produção sustentável em países de média e baixa renda”.
Os projetos apresentados e os resultados das discussões serão compilados e depois lançados numa publicação especial, logo após o Fórum.
|
|
|
|
|